segunda-feira, 21 de junho de 2010

"Metade dos nossos erros na vida nascem do fato de sentirmos quando devíamos pensar e pensarmos quando devíamos sentir." (J. Collins)

Quando esse cara escreveu a frase acima, estava como eu, pra lá de confuso. Por outro lado ele chegou a conclusão de que não é bom sermos totalmente racionais e nem de todo emocionais. Penso como ele, eu tento , nem sempre consigo. Será que há pessoas tão equilibradas assim?
Que sem graça seria a vida assim hein? Agindo sem pensar ou pensando demais para agir! Sei que há uma dose certa entre razão e emoção, mas os indivíduos são diferentes uns dos outros. Cada um tem sua balança e põe nela os pesos coerentes. Claro que há os totalmente desequilibrados, mas isto é outro assunto. Quando você desvia demais o curso natural dos sentimentos e do pensamento o resultado certamente é insatisfatório. Lembrando também que a pobrezinha da EMOÇÃO sempre é vista como a vilã da história. É como se quando a obedecemos, estamos sendo fracos e quando a vencemos com a soberana RAZÃO, somos fortes. Doce engano, ela também é traiçoeira.
Ainda bem que como diz o J. Collins na frase, este confronto racional e emocional quando mal aplicado, só é responsável por metade dos erros na vida...
Espero que eu aprenda logo a administra-los para errar somente os outros 50 %, mas pra dizer a verdade nem estou muito preocupada com esta outra metade, o motivo desse post é eu não saber ainda sentir quando é pra sentir e pensar quando é pra pensar. Acho que a minha busca por ser alguém melhor, o meu crescimento espiritual, ainda anda carente e precisando de ajuda!
Será que esse tal de Collins ainda é vivo???
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Uma ótima semana!
/Jéssica C. Leal

sábado, 12 de junho de 2010

"Um monge e seus discípulos cruzavam uma ponte, quando um escorpião passa, sendo levado pelas águas.

O monge pulou a ponte, correu pela margem do rio, entrou na água e pegou o escorpião com os dedos. Quando o tirava da água, o escorpião o picou, e caiu na água de novo.

O monge então correu até a margem, pegou um ramo, voltou correndo e entrou no rio rapidamente, colheu o escorpião com as folhas e o salvou.

Ao ver a mão do mestre inchada e vermelha, um dos discípulos disse: - Mestre, deve doer muito! Pra que salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu com paciência os comentários e respondeu:

- Gafanhoto, meu querido:
Ele agiu conforme sua natureza, e eu agi conforme a minha."
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Ame, perdoe, acolha, abrace, sorria, perdoe novamente, doe a si, compreenda mesmo que não entenda, escute, ame, perdoe sempre e novamente e ame mais um pouco.
Faça a sua parte, talvez um dia algumas pessoas entenda e agradeça mais muitas outras não estarão preparadas, basta que você esteja. Estamos em um constante e intenso crescimento espiritual, analise cada atitude e estude cada palavra a ser dita. Não encare os obstáculos com dor e sim com alegria, te ensinaram muito.
Não busque o crescimento material, físico ou qualquer outro. Busque o crescimento espiritual, busque a fé, o amor e o perdão. Seja admirado pelo que é e não pelo que tem ou faz. Não justifique nunca um ato, os amigos não precisam e os inimigos nunca irão acreditar. Se alguém estender a mão para você agradeça, se não estender, estenda a sua. Ame quando todos mais precisarem e ame ainda mais quando menos precisarem. Não procure entender a si, procure se encontrar.
Aja conforme a sua natureza!
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Um ótimo fim de semana.
/Jéssica C. Leal

terça-feira, 8 de junho de 2010

Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
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Moral da história:
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Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: "Quero ser feliz ou ter razão?"
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Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?
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/Uma ótima semana
Jéssica C. Leal